Investigação segue sob sigilo; Polícia Civil pede ajuda da população para identificar e localizar o homem. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo 181.

A Polícia Civil do Pará divulgou o retrato falado do homem suspeito de atirar contra Antônio Moreira da Cruz, de 49 anos, conhecido como Toinzim do PT, presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Tailândia, no nordeste do estado. O crime ocorreu no dia 21 de setembro, na empresa da vítima.

A polícia solicita a colaboração da população para identificar e localizar o suspeito. Informações podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia, no número 181, ou pelo WhatsApp da atendente virtual Lara: (91) 3210-0181. Também é possível enviar fotos, vídeos, áudios e localização. O sigilo é garantido.

Ataque foi registrado por câmeras

O atentado aconteceu por volta das 18h20. Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens chegando ao estabelecimento em uma motocicleta Pop vermelha. O passageiro desce, entra no local e efetua os disparos. Em seguida, a dupla foge.

Toinzim foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao Hospital Geral de Tailândia. Devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido por transporte aeromédico para uma unidade de saúde em Belém, na manhã de terça-feira (22).

Desde o crime, equipes da Polícia Civil realizam diligências para identificar os envolvidos e esclarecer a motivação do ataque.

Operação Marco Divisório

No dia 25 de setembro, a Polícia Civil deflagrou a Operação Marco Divisório, com diligências em uma fazenda na vicinal Badarote, em Tailândia. Durante a ação, 12 pessoas foram detidas e armas foram apreendidas.

Até o momento, a Polícia Civil não confirmou oficialmente se os detidos têm relação com a tentativa de homicídio contra Toinzim do PT. A situação dos envolvidos e a possível ligação das armas apreendidas com o crime também não foram detalhadas pelas autoridades.

Informações obtidas pela reportagem apontam que algumas pessoas teriam sido liberadas, enquanto outras permaneceriam presas. Esse dado, porém, não foi confirmado oficialmente.

Como ajudar

Quem tiver informações que possam contribuir com as investigações pode entrar em contato com a Polícia Civil pelo 181 ou pelo WhatsApp (91) 3210-0181. O anonimato é garantido.

Foto: Divulgação/PC-PA
Com informações do Portal Tailândia

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